Existência

Desaparecer, sumir, ausentar
Apenas no meu próprio silêncio quero me encontrar
Ser, experimentar, voar
Abrir os olhos e no azul do céu viajar

Correr com os pés no chão vivo
Sentindo no rosto o vento forte.
E que os bons ventos possam trazer o infinito
Com uma pitada de boa sorte

Muitas vezes me deixei afogar no fundo de uma piscina,
Porque nela encontrava o silêncio que eu precisava.
Caminhei sobre folhas secas e finas,
Pois elas faziam um barulhinho que eu adorava.

Sentir com lucidez poucos conseguem
É muito mais fácil perder-se

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Escritos de papel

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À noite as ideias chegam
De uma forma tão sincera,
Fazendo-me pensar na vida
E de como ela era

Mas o agora é pleno
E dele eu faço o meu melhor

Das madrugadas que passei acordada
Percebi que o silêncio fala,
E que não vale apena chorar
Por algumas migalhas